segunda-feira, 9 de julho de 2007

Tem algo cheirando estranho no ar - Parte 1

Na tarde deste último domingo, em Brasília, terminava a 50ª edição do Congresso da UNE.
Como se sabe, passamos por um momento muito crítico no movimento estudantil, onde a UNE já não passa de apenas mais um braço do governo federal, e quando me refiro ao governo federal, não estou falando apenas do PT e PC do B, mas também, PDT, PMBD e por aí vai, defendendo suas idéias e ações sem questionar aos estudantes o que de fato eles acham delas. Uma entidade que se utiliza da sua história, do seu passado, pra dizer que faz movimento estudantil, que está nas lutas, que está nas ruas.
Em um primeiro momento, eu pergunto, e claro, sem esperar respostas, que lutas eles estão falando? Aquela em defesa ao governo Lula e sua corja de corru
PTos? Ou aquelas em que, enquanto todas as outras forças e entidades fazem suas bandeiras e faixas com as mãos, usando panos baratos e tinta, eles usam do nosso dinheiro pra fazer bandeiras de plástico pra que se possa se distribuída à riviria? E mesmo nessas lutas, onde eles se dizem democráticos, se ouvem criticas a eles ou ao governo federal, a solução é partir pra porrada. Mas pera aí, se eu estou passando pelas ruas, e vejo um ato organizado pelo movimento estudantil se dividindo em função de uma briga entre os integrantes do ato, que visão que eu terei? Simples, que o movimento estudantil não é organizado! E quem fica com o filme queimado, quando a UNE e seus mini-stalinzinhos resolvem resolver as coisas na força? O movimento estudantil em geral. Será que com essas atitudes tomadas, eles podem ser considerados como do ME também? ACHO QUE NÃO!