terça-feira, 4 de setembro de 2007

Tem algo cheirando estranho no ar - Parte Final

Segue abaixo a lista de alguns dos mais importantes presidentes da UNE e seus partidos. Não esrtanhe se encontrar nessa lista, nome de políticos bem conhecidos entre nós. Afinal, todos aqui sabem, que a UNE não passa de uma escola formadora de deputados.

Luiz Pinheiro Paes Leme 40 e 42, Vereador pela UDN nos anos de 51 a 55; Vereador pelo PTB de 55 a 59;


Hélio de Almeida 42 e 43 – Em 1965 ingressou no PTB com o apoio do PSB em 1979 passou a militar no PMDB onde fora filiado.


Hélio Mota 43 e 44 – Governador do Pará nos anos de 1987 a 1990 e Prefeito de Belém nos anos de 1993 a 96 pelo PMDB. Em 98 candidatou-se a senador do estado pelo PFL.

Em 2002 voltou para o PMDB onde foi deputado federal.


José Bonifácio Coutinho Nogueira – Em 1946, eleito para presidente da UNE até 1947. Em 1958 foi convidado pelo então governador do Estado de São Paulo, Carvalho Pinto, (UDN e posteriormente ARENA) para assumir a Secretaria de Agricultura. Em 1962, com apoio de Carvalho Pinto e de uma coligação que incluiu PR, PDC, UDN PTB e PRP, foi candidato ao governo.
Junto a sua carreira política, seguia sua carreira empresarial. sendo o primeiro presidente da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, que dirigiu desde a criação, em 1969, até o início da década de 70. Fundou a Empresa Paulista de televisão que mais tarde se denominaria Empresa Pioneira de Televisão, proprietária da TV Campinas, TV Ribeirão Preto, TV Central e TV Sul de Minas. Foi Diretor-Gerente e Vice-Presidente do Banco Comercial de São Paulo. Presidiu a Cooperativa de Cafeicultores de Campinas, o Conselho Nacional de Propaganda e a Fundação Crespi Prado.


José Frejat, Abril e Julho de 1950 - Em 1956 se tornou secretário-geral e um dos fundadores do Movimento Nacionalista Brasileiro (MNB). Em 75 Filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e foi eleito vereador do município do Rio de Janeiro. Com a abertura partidária a partir de 1979, filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), como parte de sua Comissão Executiva Nacional.
Em 1982, foi novamente eleito deputado federal onde permaneceu até 1987. Em 1986, candidatou-se a senador pelo Rio de Janeiro e não se elegeu. Em agosto do ano seguinte, rompeu com Brizola e pediu sua saída do PDT em razão da expulsão de alguns membros do partido, como Saturnino Braga e Jô Resende.
Passou a fazer parte do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e, a convite de Saturnino Braga, assumiu a Secretaria de Administração do município do Rio de Janeiro. Como secretário, buscou sanear a crise financeira da prefeitura e também facilitar o processo de administração municipal diminuindo a burocracia e integrando o servidor ao público e à comunidade.
Em 1989, passou a integrar o Partido da Social Democracia (PSDB). De 1990 a 1993, chefiou a Procuradoria da Fazenda Nacional. Já em 1994, foi indicado ao cargo de subsecretário de Fazenda da administração estadual, assumindo no início de 1995 e permanecendo no cargo por dois anos. Em 1997, foi transferido para a Secretaria de Planejamento, trabalhando como secretário-adjunto até 1998. No ano seguinte, foi indicado para integrar à direção nacional do PSDB.


Aldo Arantes 61 a 62 - Em 1972, ingressou no Partido Comunista do Brasil (PCdoB), integrando o Comitê Central. (...) Saiu da prisão em agosto de1979. Assim que foi solto, filiou-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em 1986, foi eleito deputado federal constituinte e, em 1987, foi eleito para vice-presidência do Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1992, foi eleito o vereador mais votado de Goiânia. Em 1994, consegue eleger-se deputado federal novamente e segue para o PCdoB, assumindo a vice-presidência do partido. Em 1997, assumiu a liderança do PCdoB.


José Luiz Guedes 66 a 68 – Em 74 Ingressou no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), na corrente conhecida como “tendência popular”. Em 1986, foi para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e candidatou-se ao cargo de deputado federal, sem conseguir ser eleito. Seu mandato na Câmara teve fim em 1987. Tentou também a eleição à prefeitura de Juiz de Fora, em novembro do ano seguinte, sem alcançar êxito. Em 1989, foi o responsável pela coordenação, em Juiz de Fora, da campanha de Luís Inácio Lula da Silva à Presidência da República. No início da década de 1990, Guedes ingressou no Partido dos Trabalhadores (PT) e retomou às atividades na medicina, mudando-se para Santos, em São Paulo, onde trabalhou em campanhas de combate à Aids até 1995, quando retornou a Juiz de Fora. Em 1998 ingressou no PcdoB, partido através do qual candidatou-se, sem sucesso, à Assembléia Legislativa de Minas Gerais.


Javier Alfaya 81 a 82 – Um espanhol que m 1986, concluiu o curso de arquitetura na UFBa e candidatou-se a uma cadeira na Assembléia Legislativa da Bahia, pelo PCdoB, mas não obteve sucesso. No ano seguinte, tornou-se chefe do departamento de Assessoria Parlamentar da Assembléia Legislativa da Bahia, ficando no cargo até 1988. Nesse mesmo ano, foi eleito vereador, permanecendo no cargo por quatro mandatos consecutivos. Em 2002, Javier Alfaya foi eleito com 27.840 votos deputado estadual pela Bahia.


Clara Araújo 82 a 83 - Em 1991, foi escolhida para ocupar a direção regional do PCdoB.


Renildo Calheiros 84 a 86 -
Filiou-se ao Partido Comunista do Brasil em 1985 e hoje é o vice-líder do governo na câmara dos deputados em Brasília.


Gisela Mendonça 86 a 87 - Em 1988, assumiu a direção nacional do PCdoB, onde permaneceu até 1991. Trabalhou na Editora Abril e, assim que terminou a faculdade, tornou-se assessora de Comunicação Social da Central Única de Trabalhadores (CUT). Em 1995, deixou a CUT e iniciou o trabalho, com o mesmo cargo, na UNE.


Cláudio Langone 89 a 91 - Em 1984 se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) e é o atual secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente


Lindberg farias 92 a 93 - Radicado no estado do Rio de Janeiro, elegeu-se deputado federal pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) em 1994, sendo o mais votado da esquerda. Em 1996, é eleito presidente nacional da União da Juventude Socialista (UJS). Aderiu ao trotskismo em 1997 e ingressou no Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Na Câmara dos Deputados, pautou seu primeiro mandato pela oposição ao governo de Fernando Henrique Cardoso. Em 2001, finalmente decide se filiar ao Partido dos Trabalhadores (PT) para apoiar a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva.
Retornou à Câmara em 2002 com mais de 83 mil votos. Em 2004, candidatou-se à prefeitura de Nova Iguaçu - uma das principais cidades da Baixada Fluminense, em coligação com PSB, PCdoB, PSDB e PFL. Venceu a disputa no segundo turno com 57% dos votos e tomou posse em 1º de janeiro de 2005.

Fernando Gusmão 93 a 95 – Em 88 filou-se ao PC do B. Em 1992, Gusmão foi delegado do 42º Congresso da UNE, sediado em Niterói. No ano seguinte, como membro da executiva regional do PCdoB, participou do 43º Congresso da entidade, em Goiânia, e debateu a forma de escolha de dirigentes a ser adotada. Era contra a proposta de realização de eleições diretas e, junto aos delegados do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), impôs a manutenção do pleito indireto. Foi ainda neste congresso que Gusmão foi eleito presidente da UNE. Em outubro de 1996 Gusmão se elegeu a vereador pela coligação Unidade Popular – formada pelo PCdoB, PDT e PSB – e obteve uma suplência. Na Câmara dos Vereadores do Rio da Janeiro, tomou posse em 1999. Obteve uma segunda vitória à Câmara e, em 2004, com 36.434 votos, foi reeleito para o terceiro mandato declarando que vai continuar como um vereador de oposição.

Orlando Silva Júnior 95 a 97 – em 88 filiou-se ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB). Na presidência da UNE deu-se o início da hegemonia do PCdoB na entidade.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Tem algo cheirando estranho no ar - Parte 2

Honestamente, pra mim essa tal de União Nacional dos Estudantes não passa de um formulador de novos políticos onde todos que fazem parte desta, no final da história, sempre acabam conseguindo um carguinho com algum deputado, quando não vira um, não é mesmo?

Não que eu ache um problema quem está no Movimento Estudantil um dia querer seguir a carreira política. Contudo, acho um erro gravíssimo, usar deste para se promover, com o intuito de concorrer a vereador ou deputado futuramente. Além, é claro, de aparelhar o ME em função de um partido, ou de uma organização.

Nossa mas que maldade a minha. Até parece que há alguma relação entre os "militantes" da UNE do passado, com os deputados do presente. Será???
Não é o que o texto que segue abaixo diz:

HISTÓRIA - No passado, presidentes da União Nacional dos Estudantes, hoje políticos renomados.
Fonte: Correio Braziliense – 28/05/2004

A UNE eram eles, sua força, sua voz. À frente da União Nacional dos Estudantes (UNE), José Serra, José Dirceu e Aldo Rebelo protagonizaram alguns dos momentos mais importantes da história do movimento estudantil. Hoje, os três estão entre as autoridades mais importantes da política brasileira.

José Dirceu é o ministro-chefe da Casa Civil, o segundo homem do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Aldo Rebelo é o ministro da Coordenação Política. Contra os dois, trabalha José Serra, candidato derrotado à Presidência da República e atual presidente do PSDB, o principal partido de oposição ao governo. (...)

A rigor, mesmo nos tempos de movimento estudantil, nos complicados meandros das tendências de esquerda, os três foram adversários. Serra ligado à esquerda católica. Dirceu aos comunistas que pregavam a luta armada. E Aldo ao grupo liderado pelo PCdoB que disputou e disputa com o PT a atual hegemonia política no movimento estudantil.

(...)

Juventude politizada
Ao lado de Serra, Dirceu lembrou-se de sua prisão no congresso da UNE em Ibiúna. Da prisão, o hoje ministro da Casa Civil foi direto para o exílio, trocado pelo embaixador norte-americano Charles Elbrick. ‘‘Alguns pensam que nossa juventude não é hoje politizada. Mas o movimento sindical, o movimento dos sem terra e muitos outros começaram com a juventude. No passado, alguns não tinham mais nada, só a vida, e deram tudo pelo movimento estudantil’’, disse o ministro.

Aldo, militante estudantil em um momento menos tenso, falou da experiência que conquistou no movimento. ‘‘Não conheci escola mais completa que o movimento estudantil. Sou jornalista formado, mas foi com o movimento estudantil que aprendi a escrever, a falar em público, a preparar pautas de reunião e, sobretudo, a ter disciplina’’, afirmou.

Ao final, José Gomes Talarico, ex-presidente da Associação Brasileira de Imprensa e um dos fundadores da UNE, entregou seu arquivo pessoal para o projeto. Os presentes cantaram então a clássica palavra de ordem do movimento estudantil: ‘‘A UNE somos nós, nossa força, nossa voz’’.

Poderosos estudantes

JOSÉ SERRA
O atual presidente do PSDB foi o último presidente da União Nacional dos Estudantes antes do golpe militar em 1964. Aluno de Engenharia Civil da Escola Politécnica de São Paulo, Serra dirigiu a UNE em um dos períodos mais conturbados da história política brasileira, e em um dos períodos de maior atuação da política estudantil no país. Serra era militante da Ação Popular (AP), organização de esquerda ligada à igreja católica. A AP tinha por objetivo ‘‘formar quadros que pudessem participar de uma transformação radical da estrutura brasileira em sua passagem do capitalismo para o socialismo’’. Como militante da AP, Serra foi o primeiro presidente da União Estadual dos Estudantes de São Paulo. Em julho de 63, elegeu-se presidente no 26º Congresso da UNE. Foi um dos oradores do célebre comício na Central do Brasil, em 13 de março de 1964, último ato público de João Goulart antes do golpe militar. Com a UNE posta na ilegalidade após o golpe, Serra exilou-se do país, primeiro na França e depois no Chile.

JOSÉ DIRCEU
Aluno de Direito da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, José Dirceu começou no movimento estudantil pelos braços do Partido Comunista Brasileiro (PCB). Em 1968, elegeu-se presidente da União Estadual dos Estudantes (SP). Em outubro de 1968, Dirceu era candidato à presidência da UNE. A instituição estava na ilegalidade e fazia um encontro numa fazenda em Ibiúna (SP). Antes que Dirceu pudesse ser eleito, a polícia invadiu a fazenda e prendeu 738 estudantes. A maior parte foi solta, mas líderes como Dirceu e Vladimir Palmeira ficaram presos. Em setembro de 1969, Dirceu estava no grupo que foi trocado pelo embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick, seqüestrado no Rio pelo Movimento Revolucionário 8 de Outubro, MR-8. No exílio, Dirceu viveu em Cuba até voltar clandestino ao país em 1975. Em Havana, uma operação plástica modificou seu rosto. Com feições novas, virou o empresário Carlos Henrique Gouveia de Melo, de Cruzeiro do Oeste (PR). Só voltou a ser José Dirceu em 1979, com a anistia.

ALDO REBELO
Começou sua militância estudantil no curso de Direito da Universidade Federal de Alagoas, em 1975. Em 1977, transferiu-se para São Paulo e tornou-se membro do Diretório Nacional do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), então na clandestinidade. Aldo é um dos pioneiros do segundo momento da UNE, a sua reconstrução depois da abertura promovida pelo ex-presidente e general Ernesto Geisel, o início da redemocratização do país. Em maio de 1979, foi um dos delegados do Congresso de Reconstrução da UNE, em Salvador. No mesmo ano, foi eleito secretário-geral da UNE. Em 1980, elegeu-se presidente da União dos Estudantes.

(...)

O último grande momento da UNE foi no processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, com o movimento dos cara-pintadas.


Como podemos ver, três, dos nomes que hoje se encontram na "lista suja" já foram presidentes da UNE. E mais, é incrível ver as pessoas que eles se tornaram analisando o seu passado histórico. Exilados, presos políticos, resistentes... E hoje fazem parte da nata da sujeira política.
No final da história, hoje eles defendem a mesma coisa pela qual eles lutavam contra a 35, 40 anos.

No próximo capitulo...

Saiba mais sobre o que sucedeu com os outros presidentes desta lastimável entidade...

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Tem algo cheirando estranho no ar - Parte 1

Na tarde deste último domingo, em Brasília, terminava a 50ª edição do Congresso da UNE.
Como se sabe, passamos por um momento muito crítico no movimento estudantil, onde a UNE já não passa de apenas mais um braço do governo federal, e quando me refiro ao governo federal, não estou falando apenas do PT e PC do B, mas também, PDT, PMBD e por aí vai, defendendo suas idéias e ações sem questionar aos estudantes o que de fato eles acham delas. Uma entidade que se utiliza da sua história, do seu passado, pra dizer que faz movimento estudantil, que está nas lutas, que está nas ruas.
Em um primeiro momento, eu pergunto, e claro, sem esperar respostas, que lutas eles estão falando? Aquela em defesa ao governo Lula e sua corja de corru
PTos? Ou aquelas em que, enquanto todas as outras forças e entidades fazem suas bandeiras e faixas com as mãos, usando panos baratos e tinta, eles usam do nosso dinheiro pra fazer bandeiras de plástico pra que se possa se distribuída à riviria? E mesmo nessas lutas, onde eles se dizem democráticos, se ouvem criticas a eles ou ao governo federal, a solução é partir pra porrada. Mas pera aí, se eu estou passando pelas ruas, e vejo um ato organizado pelo movimento estudantil se dividindo em função de uma briga entre os integrantes do ato, que visão que eu terei? Simples, que o movimento estudantil não é organizado! E quem fica com o filme queimado, quando a UNE e seus mini-stalinzinhos resolvem resolver as coisas na força? O movimento estudantil em geral. Será que com essas atitudes tomadas, eles podem ser considerados como do ME também? ACHO QUE NÃO!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Tudo começou...

...a verdade é que alguma coisa começa quando uma outra termina.

Agora falando sério. Alguém se lembra daquele programa que passa na TVE, Mundo da Lua? Do garoto que corria pra debaixo da cama com um gravador e começava: "Alô, alô, Planeta Terra chamando, Planeta Terra chamando, essa é mais uma edição do diário de bordo de Lucas Silva e Silva, falando diretamente do Mundo da Lua, onde tudo é possível".?
Quando eu era pequeno eu sempre quis ter um gravador daqueles e viajar ao mundo da lua e por lá ficar por quanto tempo eu quisesse, afinal, lá tudo é possível. A imaginação é quem toma conta.

Ah nostalgia...O trem é um bom lugar pra quem quer viver relembrar momentos. Não que ele tenha algum poder especial, mas é que geralmente a viajem é longa, e na sua maioria das vezes, só. Não resta nada mais além de observar a paisagem já vista n vezes e pensar. Pensar, lembrar e relembrar de cenas e fatos.
Ah, sim...tudo isso é que me lembrei do Mundo da Lua esses dias, voltando da aula, e isso me remeteu a uma série de lembranças. Posteriormente, voltei a pensar no tal seriado. Como ele era bom. Hoje em dia se tem tanta porcaria na TV e isso me faz pensar em quanta merda meu futuro filho(a) (não, eu não serei pai tão cedo, graças a Deus, mas um dia, como espero, serei um com certeza e muito coruja) não verá.
Porra, cadê os Thunder Cats, Caverna do Dragão, X - Tudo, Castelo Rá-Tim-Bum, Glub-Glub, He-Man, Chaves...Nossa Chaves e Chapolin então...clássicos da geração 80/90 que agora são passados no SBT em desenho. É praticamente um crime com o telespectador.


Vai ver tudo isso é porque alguma coisa tem que começar quando outra terminar.

Ahn?!

Ah, maldita nostalgia...